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As Preferências Musicais dos Cães Domésticos

As Preferências Musicais dos Cães Domésticos reveladas pela Sony e especialistas em comportamento animal

Para celebrar o lançamento do bombástico sistema de áudio em casa de alta potência GTK-XB7 a Sony juntou-se à especialista em inteligência animal, a Dra. Dr Anna Wilkinson, para levar a cabo um estudo sobre as preferências musicais dos cães.

O estudo intitulado “As Preferências Musicais dos Cães Domésticos” da Sony revelou que um ritmo e uma batida mais acelerados têm maiores probabilidades de deixar os cães de cauda a abanar do que relaxantes concertos de música clássica, com 62% dos cães a preferir os êxitos discográficos a sinfonias clássicas.

A reprodução de um vídeo complementar permitiu visualizar o som através das reações dos animais ao estrondoso êxito de música de dança eletrónica “Animals”, da autoria de Martin Garrix, no qual alguns amigos peludos aparecem a “festejar” junto ao sistema de áudio “one box” de alta potência, GTK-XB7, que combina a tecnologia EXTRA BASS™ exclusiva da Sony com as luzes vibrantes da coluna.

A Sony, em parceria com a especialista em cognição animal, a Dra. Anna Wilkinson, avaliou as preferências musicais dos cães domésticos e apurou que preferem os mais recentes sucessos musicais do que música clássica

O vídeo intitulado “Party Animals” mostra desde o nariz de um coelho a enrugar-se ao ritmo dos baixos, cachorrinhos de pelo longo a divertirem-se ao ritmo da música e até gatos em saltos sincronizados na pista de dança.

O sistema de áudio “one box” de alta potência oferece aos apaixonados pela música um som de fazer estremecer a alma, bem como os graves mais potentes para as melhores festas em casa.

Para marcar o lançamento do sistema de áudio “one box” de alta potência GTK-XB7 ideal para festas, a Sony desenvolveu o estudo “As Preferências Musicais dos Cães Domésticos” – um estudo científico que investiga as preferências musicais dos cães domésticos e que revelou que estes preferem os êxitos musicais mais ritmados a concertos de música clássica.

Para acompanhar o estudo, a Sony desenvolveu também um vídeo e uma experiência sonora com curadoria da inovadora empresa de produção Unit 9. No vídeo “Party Animals”, o som é visualizado através das reações dos animais, com a ajuda do novo sistema de áudio “one-box” de alta potência GTK-XB7 ao ritmo do inovador êxito de música eletrónica “Animals”.

Capaz de por todos a mexer, o bombástico GTK-XB7 integra a tecnologia EXTRA BASS exclusiva da Sony, que utiliza a tecnologia DSP para garantir que a música soa e parece ainda mais potente, com notas graves profundas e incisivas que caraterizam a música eletrónica de dança da atualidade. Além disso, o GTK-XB7 dispõe de iluminação multicolor de 3 vias – luzes de linha, flashes intermitentes e luzes das colunas – em sincronização com a música, transportando a sensação de festival para qualquer festa.

O estudo – os cães preferem Beyoncé a Beethoven

Sabendo que as pessoas desfrutam mais da música junto dos seus entes queridos, a Sony resolveu descobrir que tipo de música o melhor amigo do Homem prefere ouvir – relaxantes concertos de música clássica ou êxitos de música de dança mais ritmados.

Em parceria com a especialista em cognição animal, a Dra. Anna Wilkinson, membro da Associação para o Estudo do Comportamento animal (ASAB – Association for the Study of Animal Behaviour), e a estudante de doutoramento Natalia Albuquerque, a Sony desenvolveu o estudo “As Preferências Musicais dos Cães Domésticos”. A ASAB é uma sociedade europeia que se dedica ao estudo do comportamento dos animais.

O estudo indicou existir uma forte preferência pelas músicas mais populares em detrimento da música clássica mais conhecida, com 62% dos cães a escolherem ouvir espontaneamente música moderna, comparativamente com apenas 38% dos cães a preferirem música clássica.

Quando confrontados com 10 opções de escolha entre os dois géneros musicais na tabela de preferências, os cães preferiram significativamente as músicas mais modernas, com um número mais elevado de cães a passar mais tempo junto da coluna que reproduzia música moderna mais ritmada do que junto da coluna que reproduzia música clássica, sugerindo a sua preferências pelas músicas de ritmo mais acelerado e com mais batidas.

Foram utilizados dois sistemas de áudio GTK-XB7 da Sony durante a experiência para reproduzir música moderna e música clássica para os cães, tendo as suas reações sido documentadas e comparadas.

A música foi reproduzida a partir de ambas as colunas, uma faixa em cada coluna; as músicas foram apresentadas aos pares e a colocação da coluna, bem como a ordem das combinações musicais foram aleatórias de forma a garantir resultados imparciais. Os estímulos incluíram cinco famosas músicas clássicas de compositores como Mozart e Pachelbel, bem como cinco músicas de artistas populares, desde Elvis Presley e Martin Garrix até Justin Bieber e Beyoncé.

Analisando os resultados, a Dra. Anna Wilkinson declarou: “Este estudo demonstra que existem diferenças interessantes nas preferências entre a música popular e a música clássica. Quando confrontados com uma seleção de 10 músicas de ambos os géneros musicais, os cães elegeram constantemente o sistema de áudio GTK-XB7 da Sony que reproduzia música popular em detrimento do sistema que reproduzia música clássica.”

O vídeo – “Party Animals”

Em 2015, a ciência da Cimática foi colocada à prova e, este ano, a Sony leva as experiências sonoras científicas para o próximo nível, juntando o sistema de áudio “one box” de alta potência GTK-XB7 a animais domésticos para avaliar as suas reações à música.

Para dar vida ao GTK-XB7 e a este estudo, a Sony colaborou com a Unit 9, bem como com especialistas em comportamento animal e um veterinário no local para criar um vídeo representativo das dimensões e do âmbito de uma festa com o GTK-XB7 através do contraste com uma série de animais domésticos.

O vídeo retrata gatos, cães e coelhos em espetaculares imagens de 1000 fps (frames por segundo) em câmara super lenta à medida que estes reagem à música reproduzida, destacando cada funcionalidade do produto através de uma série de “cenários”.

Os jatos de ar recriam a impressionante pressão do som do sistema GTK-XB7, enquanto a iluminação do ambiente combina com os LED e flashes multicolores da coluna. Um dos destaques deste vídeo é a ênfase dado à tecnologia EXTRA BASS™ através de um gato persa que repousa tranquilamente sobre a coluna à medida que esta vibra ao ritmo da música num subwoofer exposto.

O potencial festivo da coluna é ainda destacado numa cena em que animais secos e molhados, incluindo cães da raça Basset Hound, Puli, Chow-Chow, gatos persas e coelhos dançam e sacodem-se ao ritmo da música.

Alberto Ayala, Diretor de Vídeo e Som na Sony Europe, afirmou sobre o vídeo: “O XB7 tem tudo a ver com diversão; a portabilidade, a pressão do som, a iluminação e a tecnologia EXTRA BASS™ significam que é possível desfrutar de uma festa de classe superior onde desejarmos. Para marcar o lançamento das novas colunas de elevada potência queríamos elevar a diversão para novos patamares – e poderá haver algo melhor do que convidar os nossos amigos de quatro patas para participar das festividades?!”

Making of:

fonte: https://www.telemoveis.com

Veja dicas e raças ideais para ter cachorro em apartamento

As mais diversas cidades do País continuam crescendo em um ritmo frenético e, cada vez mais, os prédios se tornam um local de vida apropriado para quem busca segurança e conforto. Mas, por contarem com espaços bem menores que os disponíveis em casas (na maioria das vezes), os apartamentos acabam impondo algumas condições especiais para quem ama os animais e deseja ter um bichinho de estimação em seu lar.

Isso não quer dizer, no entanto, que não seja possível ter um pet bem cuidado e com saúde dentro desse tipo de ambiente. Muitas raças de pequeno porte conseguem se adaptar e viver bem em espaços pequenos, contanto que algumas regras específicas sejam levadas em conta.

Em primeiro lugar, antes de levar um pet para casa, é preciso ter a certeza de que terá tempo e recursos suficientes para cuidar bem e dar a atenção necessária para o bicho, certificando-se de que haverá tempo para passear, dar carinho, atenção e todo tipo de cuidado que um cão necessita – e isso vale tanto para as pessoas que moram em prédios como para as que vivem em casas.

Feito isso, é hora de pensar na raça mais adequada para viver em espaços menores – levando em conta o nível de energia e atenção que o animal precisa. Nomes queridos e populares como Shih-Tzu, Maltês, Spitz Alemão, Poodle, Schnauzer, Pug, Chihuahua, Yorkshire, West Highland White Terrier, Pinscher e Lhasa Apso podem ser boas opções para se ter em apartamentos.

Entretanto, os donos dos pets devem sempre reservar algum tempo para passear com o animal, mantendo sua saúde por meio do gasto de energia, e buscar informações sobre a raça escolhida, descobrindo a que tipo de particularidades ficar atento. Isso porque muitas destas raças podem se tornar depressivas por passar longos períodos sozinhas e, nestes casos, é preciso tomar medidas para contornar a situação.

Além disso, é necessário analisar o tipo de temperamento da raça escolhida, já que muitas delas podem ser bastante protetoras e territoriais e, nestes casos, os latidos provavelmente serão constantes. Portanto, é preciso ter em mente que, além dos custos básicos com visitas ao veterinário, cuidados com higiene e alimentação, o cãozinho também pode exigir gastos com adestradores – já que os latidos podem incomodar os vizinhos – e todo esse conjunto de fatores deve ser levado em consideração.

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Fonte: Terra

Chateada por ter sido deixada dentro do carro, cadela aperta a buzina por 15 minutos

Fern posando para a câmera com seu tutor Graham Haddow. Foto: SWNS
Fern posando para a câmera com seu tutor Graham Haddow. Foto: SWNS

 

Os donos saíram rapidamente para visitar uma galeria de arte

O casal britânico Graham e Fiona Haddow resolveu fazer uma parada rápida em uma galeria de arte, e deixou sua cadela Fern, da raça Boxer, dentro do carro.

Passados 20 minutos quando retornaram ao carro, eles pensaram que uma tragédia havia acontecido por encontrarem uma pequena multidão cercando o veículo. Ao se aproximar, viram que todas as pessoas estavam na verdade rindo e filmando o momento.

Infeliz por ter sido deixada no carro, Fern passou para o banco do motorista, sentou com muito estilo, e buzinou. Um jovem presente contou a Graham Haddow que Fern já estava buzinando há 15 minutos, sem parar.

Fiona Haddow disse “É como se ela estivesse dizendo: “Onde vocês estiveram? Eu estou esperando”. Ela é uma diva, só que um pouco de atenção.”

Assista o vídeo de Fern buzinando:

Lembrete: Sugerimos que nunca deixem seus cães sozinhos no carro.

 

 

 

 

Fonte: http://metro.co.uk/2014/03/11/boxer-dog-behind-the-wheel-is-absolute-hoot-4533604/?ITO=Facebook

Pensamento canino é traduzido por aparelho desenvolvido por cientistas

Finalmente o pensamento canino será traduzido em linguagem facilmente compreensível aos humanos? Estamos diante de um filme de ficção científica ou será a realidade da tecnologia e da ciência do século 21?

O que se sabe é que os protótipos estão sendo desenvolvidos e parece haver uma grande possibilidade de se tornar acessível aos donos de cães por todo o mundo.

Muitos sonham com o dia em que os animais vão poder falar com seus donos. Se depender de um grupo de cientistas escandinavos, essa fantasia pode se tornar realidade. A equipe está desenvolvendo um fone de ouvido capaz de traduzir o pensamento canino para a fala humana.

A Sociedade Nórdica para Invenção e Descobrimento está aperfeiçoando um modelo do No More Woof (algo como ‘adeus latido’, em tradução livre). O dispositivo será capaz de escanear padrões cerebrais caninos e traduzir seus pensamentos para a fala humana usando frases curtas por meio de um alto-falante.

Frases como “estou com fome”, “estou entediado” ou “estou curioso para saber quem está na porta” serão programadas com antecedência para o aparelho e então transmitidas pelo alto-falante .

pensamento de cães traduzido por aparelhoO dispositivo usará uma combinação de sensoriamento por eletroencefalografia, microinformática e um software especial que fará a conexão entre o cérebro e o aparelho.

O No More Woof pretende iniciar uma nova era da comunicação entre humanos e cães ou até animais em geral. O software também deve ter diferentes vozes para que o dono possa selecionar a que mais combina com seu pet.

pensamento canino traduzido por aparelhoO dispositivo é semelhante à coleira usada pelo cachorro Dug no filme Up! Altas Aventuras, de 2009. Na animação, o cãozinho também era capaz de se comunicar com os humanos. O fone de ouvido vai usar sensores para detectar sinais elétricos no cérebro dos cães e, em seguida, analisá-los para determinar se representam sonolência, fome, raiva ou tédio.

Muitas pesquisas ainda serão feitas antes de vermos o No More Woof no mercado. Entretanto, já existem versões disponíveis para pré-venda no site IndieGogo.

Por enquanto, o preço para saber o que se passa pela cabeça do seu cão varia entre R$ 700 e R$ 2.815. Muitos sonham com o dia em que os animais vão poder falar com seus donos. Se depender de um grupo de cientistas escandinavos, essa fantasia pode se tornar realidade. A equipe está desenvolvendo um fone de ouvido capaz de traduzir pensamentos caninos para a fala humana.

prototipo do aparelho no more woof

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TOC em cães: Pesquisadores identificam genes

TOC em cães

Correr o tempo todo atrás do rabo, perseguir sombras, roer as próprias patas por horas e horas, todos os dias. Os cães também sofrem do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), e um novo estudo ajuda a explicar por quê.

Os pesquisadores se concentraram em quatro genes ligados ao TOC em cães. Se os mesmos genes forem defeituosos em humanos – e há indícios de que isso acontece – esta linha de pesquisa poderia ajudar os cientistas a desenvolver drogas melhores para combater um distúrbio de difícil tratamento.

“Isso é muito animador porque as doenças psiquiátricas costumam ser hereditárias, e encontrar genes associados a elas é muito difícil”, afirma Elinor Karlsson, bióloga computacional do Instituto Broad da Universidade Harvard.

Os antidepressivos disponíveis para tratar o TOC em cães ou humanos só trazem benefícios a cerca de 50% dos pacientes, e ainda podem causar efeitos colaterais indesejados, acrescenta a pesquisadora.

“Podemos usar a genética para identificar quais vias neuronais são responsáveis por essas doenças? Podemos projetar drogas com uma atuação mais específica sobre essas vias”?, questiona. “Qualquer coisa que possamos usar para detectar exatamente o que há de errado será um grande avanço no tratamento dessas doenças”.

Em vez de lavar as mãos ou acumular objetos, os cães com TOC podem roer cobertores ou correr atrás do próprio rabo mais do que o normal. Muitas vezes, seus donos não conseguem distrair os animais de seus comportamentos obsessivos.

Algumas raças apresentam uma incidência particularmente alta de TOC em cães, sobretudo os dobermans. Como os cães são geneticamente mais simples que os seres humanos, Karlsson e seus colegas analisaram essa raça para estudar os genes associados ao TOC em cães.

Inicialmente, a equipe sequenciou e comparou grande parte do genoma de 90 dobermans com TOC com o de 60 dobermans saudáveis.

Eles procuraram regiões que pareciam ser diferentes em cães doentes e saudáveis, e genes que pareciam ser os mesmos nos dobermans, mas que diferiam em outras raças.

Ao analisar várias áreas suspeitas do genoma, os pesquisadores compararam os genes suspeitos dos dobermans com os genes de uma amostra de bull terriers, pastores de Shetland e pastores alemães, três raças que também apresentam alta incidência de TOC.

Essas análises detectaram quatro genes com uma elevada taxa de mutações em cães com comportamentos obsessivos-compulsivos, informou a equipe na edição deste domingo da revista Genome Biology. Os pesquisadores também encontraram mutações ligadas ao TOC em um pequeno segmento do genoma, bastante afastado de qualquer gene ligado à regulação de genes associados à doença.

Os genes analisados desempenham funções em vias neuronais associadas ao TOC humano, afirma Karlsson, sugerindo que os cães poderiam fornecer um modelo útil para o desenvolvimento de tratamentos melhores para humanos.

“O novo estudo é um grande avanço na resolução do mistério do TOC”, declara Janice Kloer- Matznick, pesquisadora comportamental que estuda a origem dos cães, em Central Point, Oregon. “Mas ainda há um longo caminho para uma compreensão profunda dos mecanismos da doença”.

“Há outras coisas que precisamos descobrir, como comportamentos anormais associados à interação dos alelos. Não existem evidências incontestáveis”, acrescenta. “Isso é muito ruim , pois dificulta a criação de um teste genético simples, que os criadores poderiam usar para selecionar os filhotes e evitar o cruzamento de portadores da doença”.

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Fonte: http://animalplanet.discoverybrasil.uol.com.br/pesquisadores-identificam-genes-do-toc-em-caes/

os cães sonham

Será que os cães sonham?

Provavelmente já lhe aconteceu ver o seu cão descansado a dormir e, de repente, começar a latir ou a ganir e as suas pernas começarem a tremer… Será que ele estava sonhando?

Muitos cientistas dizem haver provas para apoiar esta ideia de que os cães sonham, realmente.  Durante várias pesquisas, os cientistas através de um Eletroencefalograma (EEG) observaram as ondas cerebrais dos cães enquanto dormiam, e acabaram por descobrir que quando se tratam de padrões de sono e atividade das ondas cerebrais, os cães são similares aos seres humanos.

Tal como nós, os cães entram num estágio de sono profundo durante o qual a respiração se torna irregular, acompanhada por movimentos rápidos dos olhos (REM). É durante o sono REM que ocorre o sonho e, muitas vezes, movimentos involuntários ocorrem tais como: movimentação das pernas como se estivessem a correr; respiração ofegante; ganidos, prender a respiração por breves períodos, entre muitos outros movimentos e/ou sons que possa ter achado estranhos.

Nem todos os cães reagem da mesma forma ao sonho. Várias pesquisas dizem que os cães de pequeno porte podem sonhar em cada 10 minutos, enquanto um cão de grande porte, um Golden Retrevier, por exemplo, pode só sonhar a cada 90 minutos. Outro fator importante é que os cachorros têm mais tendência para experienciar o sonho, o que acontece, muito provavelmente, por estarem em constante processamento de novas informações e novas experiências a cada dia que passa.

E afinal, sobre o que sonham os cães? Como nunca tivemos o prazer de saber pelos próprios que sonhos tiveram, só nos resta “adivinhar”. O mais provável é que os cães sonhem da mesma forma que os seres humanos, ou seja, revivam as atividades do seu dia-a-dia, como perseguir outros animais, brincar ou comer.

E se alguma vez tiver vontade de acordar o seu cão enquanto ele estiver dormindo e provavelmente sonhando, tente resistir: não o acorde. É que tal como os seres humanos, os cães também precisam de um sono sem interrupções para ter uma atividade mental saudável.

Cães são mais humanos do que imaginamos

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Os seres humanos e os cães mantêm uma relação estreita há centenas de anos, e os cachorros sempre foram considerados os melhores amigos do homem. Companheiros, guardiões, carinhosos, fiéis e muito expressivos, os cães têm demonstrado seu valor e conquistaram o coração de muitas pessoas.

O comportamento dos cachorros nos faz perguntar como eles percebem o mundo à sua volta e sua relação com os donos, além de nos maravilhar com a forma de expressar suas emoções com o rosto e os movimento da cauda. Mas eles se parecem com os seres humanos? De que forma?

Um estudo realizado por Gregory Berns, professor de neuroeconomia da Universidade de Emory, revelou como o cérebro dos cães funciona – e, o que é mais curioso, quais são suas semelhanças com o cérebro humano. Sua conclusão: “Os cães também são pessoas”.

Para realizar o estudo, Gregory começou a treinar sua cadela, Callie, com o treinador de cães Mark Spivak. Eles a ensinaram a entrar sozinha em um aparelho de ressonância magnética, que escaneou o cérebro do animal e registrou as reações a diferentes estímulos. Também a ensinaram a ficar quieta durante o procedimento e a tolerar os tampões de ouvido que a protegiam do ruído alto produzido pela máquina. Quando os testes de tentativa e erro alcançaram um nível satisfatório com Callie, Spivak e Berns treinaram uma dúzia de cães para se tornarem objetos de estudo da pesquisa.

A participação no estudo foi voluntária, e os proprietários tiveram que assinar um termo de autorização, concordando que seu cão poderia deixar o estudo quando desejasse. Os animais não foram sedados ou amarrados para que pudessem sair da máquina a qualquer momento.

O resultado mais surpreendente da pesquisa detectou semelhanças significativas entre os seres humanos e os cães em relação à estrutura e ao funcionamento de uma das principais regiões do cérebro: o núcleo caudado . É uma região rica em receptores de dopamina e, nos humanos, cumpre a função de antecipar coisas agradáveis, como comida, amor e até mesmo dinheiro. Nos cães, o estudo demonstrou que:

1 . Assim como nos seres humanos, o núcleo caudado aumenta as reações ligadas a movimentos que indicam alimento.

2. Os odores familiares se apresentam como um estímulo que ativa essa região do cérebro, também de forma similar a uma função do cérebro humano.

Em outras palavras, tanto o cérebro humano como o canino são ativados por estímulos similares e que estão associados a emoções positivas. Bernes declarou ao New York Times que os neurocientistas chamam esse processo de “homologia funcional”, um grande indício da existência de emoções caninas “humanas”.

O pesquisador concluiu que “a capacidade de experimentar emoções positivas, como o amor e o apego, significa que os cães têm um nível de sensibilidade comparável ao de uma criança humana”, e portanto, deveríamos mudar nossa forma de interagir com eles.

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Fonte: http://animalplanet.discoverybrasil.uol.com.br/caes-sao-mais-humanos-do-que-imaginamos/

Cão enfrenta frio de -13ºC para proteger amigo atropelado em via na China

Cão comove na web ao proteger amigo atropelado em via na China (Foto: Reprodução/YouTube)
Cão comove na web ao proteger amigo atropelado em via na China (Foto: Reprodução/YouTube)

A lealdade de um cão está causando comoção na web. Em fotos e vídeo já curtidos, compartilhados e comentados por milhares de pessoas, o bicho aparece cuidando do corpo do amigo, que havia sido atropelado em uma movimentada via na cidade de Yinchuan, na China.

O cachorro enfrentou temperaturas de até -13ºC para permanecer deitado sobre o amigo morto, na tentativa de aquecê-lo e protegê-lo de um novo atropelamento.

Quando o dia amanheceu, um morador da região colocou um banquinho para sinalizar aos motoristas a presença e evitar a passagem de carros na faixa da avenida onde estavam os animais.

Mais tarde, trabalhadores de um restaurante local retiraram o corpo do cão morto da via e o enterraram em um parque nas proximidades.

Imagens do cão protegendo o amigo foram registradas por pedestres:

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Fonte: http://www.anda.jor.br/06/01/2014/cao-enfrenta-frio-13oc-proteger-amigo-atropelado-via-china?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cao-enfrenta-frio-13oc-proteger-amigo-atropelado-via-china

De Marley a Beethoven: veja os 10 cães mais famosos do cinema

O mundo do cinema destaca animais como protagonistas de filmes há muito tempo, imortalizando personagens divertidos e brincalhões; que cativam os adultos e fazem com que as crianças desejem ter um bichinho de estimação para chamar de seu. Bastante requisitados no mundo hollywoodiano, os cães marcam presença nas telonas, como você confere na lista abaixo, composta por dez dos cachorros mais famosos do mundo do cinema.

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1-rin-tintinRin Tin Tin
Tido como um dos primeiros cães a se tornarem ‘famosos’, Rin Tin Tin surgiu nas telas do cinema na década de 1950, e participou de mais de 25 filmes ao longo de sua carreira. Homenageado com um lugar na calçada da fama de Hollywood, o cachorro da raça Pastor Alemão é filho de um cão resgatado durante a Primeira Guerra Mundial – que virou pet dos soldados que o encontraram e foi levado para Los Angeles após o fim da guerra.

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2-lassieLassie
Tendo feito sua estreia na televisão, a cachorrinha Lassie já é conhecida desde 1954. Roubando a cena na telinha durante 20 anos, a pet da raça Rough Collie foi parar nas telonas em 1978 pela primeira vez, sendo que outro longa sobre a personagem também foi lançado em 1994.

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3-beethovenBeethoven
Protagonista de sete filmes diferentes, o cão de 90 quilos da raça São Bernardo foi apresentado ao mundo no primeiro longa Beethoven, lançado em 1992. Responsável por muitas confusões e situações engraçadas, o personagem mostra, nas telas, a sua história junto com a família Newton – que o encontra por acaso e acaba se encantando pelo animal.

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4-marleyMarley
Famoso há menos tempo que seus demais companheiros de lista, o labrador Marley tocou o coração de todos no longa Marley & Eu, lançado em 2008 e baseado no livro homônimo. Agitado, bagunceiro e muito brincalhão, o cão apronta muitas e boas no filme, deixando seus donos enlouquecidos e cada vez mais apaixonados pelo pet.

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5-101dalmatas101 Dálmatas
Aqui o destaque é, não para um, mas para 101 cães. Protagonistas de uma das histórias mais conhecidas dos desenhos, os cachorrinhos de 101 Dálmatas foram para as telonas em 1996, no filme dos estúdios Disney. Perseguidos pela vilã Cruella De Vil (que quer fazer um casaco com a pele dos bichinhos), os dálmatas encantaram a todos que os acompanham nessa fuga.

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6-hashikoHachiko
Protagonista de uma das mais comoventes histórias de amor e lealdade entre pet e homem, o cachorro da raça akita é personagem do filme Sempre ao Seu Lado, lançado em 2009 (remake do filme originalmente japonês, lançado em 1987) – baseado em fatos reais. Acostumado a esperar seu dono todos os dias em uma estação de trem, o cão continuou indo ao local na esperança de ver seu amigo, mesmo após a sua morte – e a história lhe rendeu uma estátua de bronze em frente a bilheteria da estação Shibuya, na cidade de Odate, no Japão.

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7-frankFrank
O cãozinho Pug do filme MIB – Homens de Preto também entra na lista de cães famosos, embora o seu personagem seja, na realidade, um alien que toma a forma de cão. Com tiradas engraçadas e muita cantoria, o cãozinho cativou a todos nos filmes da série, estrelados por Will Smith e Tommy Lee Jones; lançados em 1997, 2002 e 2012.

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8-benjigettyBenji
Personagem principal de uma série de filmes feitos entre as décadas de 1970 e 2000, o cãozinho terrier, Benji, foi um dos grandes heróis caninos das telonas – tendo sido dirigido por seu próprio dono em boa parte dos filmes que participou.

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9-airbudBud
Estrela do filme Air Bud (de 1997), o cão da raça Golden Retriever vira uma estrela do mundo do basquete ao encontrar um novo amigo nos longas da série. Depois da morte do protagonista do primeiro filme, o seu filho tomou o posto de estrela, sendo o destaque em Air Bud 2, lançado em 1998 – sendo que outras quatro sequências do filme já foram feitas desde então.

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10-k9K9
O Pastor Alemão com talento policial estreou no mundo do cinema em 1989, com o filme K9 – Um Policial bom pra Cachorro, ao lado de James Belushi; tentando aprisionar uma quadrilha de traficantes de drogas. Sucesso de público, o filme é, no Brasil, um dos grandes clássicos da famosa Sessão da Tarde – e deu origem a duas continuações, lançadas em 1999 e 2002.

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Fonte: http://www.criadoronline.com.br/boletim/textos/preview.asp?nr=1453

No que os animais podem auxiliar seus filhos

Veja a importância da convivência entre animais e crianças.

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Interagir com animais relaxa, tira momentaneamente o foco das dificuldades diárias, desperta uma sensação de felicidade e faz com que as pessoas se sintam mais úteis, queridas e amadas. Além destes benefícios, existem outros que os animais trazem especificamente para as crianças, que vamos conhecer hoje.

As pessoas que se criam junto com animais de estimação têm muitas vantagens no seu desenvolvimento. O despertar de sentimentos positivos para o animal pode contribuir para a auto-estima e autoconfiança, propiciando o desenvolvimento da sua personalidade de maneira equilibrada e saudável, tendo mais facilidade para lidar com a frustração e libertar-se do egocentrismo.

Um bom relacionamento com animais pode ajudar no desenvolvimento da comunicação não verbal, na compaixão e na empatia, auxiliando na maturidade emocional e no desenvolvimento dos relacionamentos. Segundo psicólogos, a convivência nesta fase da vida ajuda a criança no desenvolvimento do entendimento e das habilidades corporais, tornando-se estas mais sociáveis, cordiais e justas. Além disso, estas se relacionam mais facilmente com os amigos e conhecem bem o valor do respeito.

Um animal sempre requer cuidados, que quando bem orientados por um adulto, estimulam a autonomia e a responsabilidade das crianças, permitindo o despertar da responsabilidade e o entendimento de que bichos não são brinquedos. A tarefa de cuidar da limpeza corporal do animal e do lugar em que ele vive, a sua alimentação, a atitude de dividir o seu pão ou oferecer-lhe  um pedaço de bolacha, dar remédio quando necessário, também favorece o desenvolvimento do vínculo afetivo; estas crianças se tornam mais afetivas, generosas e solidárias, demonstrando maior compreensão dos acontecimentos e sensibilizando-se mais com as pessoas e as situações. Além disso, elas também aprendem a lidar com os mais diversos sentimentos, da frustração a alegria, até a morte. E é neste aspecto da vida e da morte, que o animal de estimação tem um papel muito importante, pois a criança aprende a lidar com a perda e a dor. Isto auxilia na autonomia, responsabilidade, preocupação com a natureza e com os problemas sociais, favorecendo a boa auto-estima.

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No tocante a saúde corporal, pediatras descobriram que a presença dos animais já nos primeiros anos de vida do indivíduo permite que o corpo deste construa defesas contra os agentes capazes de produzir alergias. Na Alemanha descobriu-se que pacientes entre 4 – 5 anos de idade se recuperaram mais rápido de doenças de rotina quando possuíam um animal em casa, além de apresentarem melhor imunidade do que aquelas que não se relacionam com gatos ou cães.

Assim, temos a certeza de que esta é, sem dúvida, mais uma alternativa que pode ser empregada na educação e no tratamento da saúde dos nossos filhos, mais uma tarefa realizada por nossos queridos amigos de patas, pêlos ou penas.

(*Fabíola Dalmolin é Médica Veterinária, Professora Universitária e Doutoranda em Cirurgia Veterinária pela UFSM )

Fonte: Aqui Sudoeste