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Categoria: Veterinária

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Latidos – Muito além do som

latidosO latido também faz parte da linguagem natural dos cães. Alguns cães são mais sonoros do que outros, por isso podem se comunicar mais através de latidos; seja nas brincadeiras ou mesmo nas interações com seus tutores e outros cães.

Porém, não é incomum que algumas pessoas se incomodem com o ladrar dos cães e busquem uma forma de cessar este hábito.

No entanto devemos sempre considerar alguns fatores antes de intervir nesta forma de comunicação do cão. Entre estas considerações as principais são:

1) Estes latidos acontecem em situações específicas ou a todo momento sem qualquer motivação aparente?
2) Existe excesso/’compulsão’, ou alguma característica agressiva nessa conduta?
3) Há um excesso por parte do meu cão ou apenas um incomodo pessoal?
4) É de extrema importância assegurar que a saúde do animal se encontra perfeita. Pois muitas vezes latidos aparentemente sem lógica, ocultam algum desconforto físico, orgânico e também dor.

Após cautelosa avaliação, podemos entender se existe de fato razão para um trabalho mais elaborado para atenuar este comportamento.

Qual o melhor alimento para um cão?

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Saiba mais sobre que tipo de alimento é mais adequado para o seu bichinho de estimação

Em condições naturais, os antepassados dos cães, os lobos, alimentavam-se da caça de uma maneira completa. Isso significa que a base da alimentação não era apenas carne, pois eram ingeridas também as vísceras, ossos, sangue, pele, pelos e penas. Naturalmente, havia um equilíbrio nutricional nessa refeição.

Baseando-nos nisso, já podemos concluir que dar apenas carne ao cão é insuficiente. Mais do que isso, pode ser bastante prejudicial na fase de crescimento, pois a carne é pobre em cálcio e rica em fósforo. Esse segundo elemento, em excesso, prejudica a absorção do primeiro.

Restos de comida caseira não são alimentos indicados para animais. Existem temperos, como a cebola, que, ingeridos de forma constante, causam intoxicações nos cachorros. Pelo fato de dieta humana ser muito diversificada, os cães tornam-se propensos a diarreias frequentes, pois mudanças alimentares súbitas não são bem toleradas pelos animais.

Além disso, o alimento caseiro é muito mais palatável e gostoso para os cães, uma vez que é rico em óleos e gorduras. Isso faz com que eles comam exageradamente e fiquem predispostos à obesidade.

Resta-nos avaliar as rações: elas são mesmo o melhor alimento para os cachorros? Isso dependerá da qualidade desse alimento. As rações, teoricamente, são feitas com diversos produtos (carne, grãos, óleos e vegetais), a fim de oferecer uma dieta balanceada que supra todas as necessidades de nutrientes, nas quantidades ideais. No entanto, esse papel só é alcançado, quando são utilizados produtos corretos em sua composição.

meats-may-soon-be-on-the-menu-70560ba00fPor exemplo, uma fonte de proteína pode ser a carne, as vísceras, como também outras partes pouco nobres como o bico e as penas de aves, além da soja. Todos esses produtos contêm o nutriente, mas o animal não consegue absorver a proteína de origem vegetal, assim como aquela presente no bico e nas penas das aves.

Portanto, uma ração feita com subprodutos de abatedouro (penas, bico etc.), pode até conter altos níveis proteicos, mas o animal não tem a capacidade de absorver o nutriente na quantidade necessária para ficar bem nutrido. Já uma ração feita com carne ou farinha de vísceras oferecerá a proteína que o animal necessita de forma disponível.

Rações muito baratas, que contenham subprodutos de abatedouro, não são indicadas como o melhor alimento para o cachorro. Como os nutrientes não estão disponíveis de forma fácil para que o organismo possa absorvê-los, é preciso dar quantidades maiores desse alimento, o que resultará em grandes quantidades de fezes e um animal nutrido de forma incompleta.

O cão comerá muito, mas se apresentará sempre magro e com a pelagem sem brilho. Já uma ração de boa qualidade, cuja base proteica seja carne ou farinha de vísceras, e que utilize fontes de gorduras boas, como óleos vegetais de qualidade, é um alimento bem balanceado para o cão. É interessante observar o rótulo das rações e conferir a composição e a fonte dos nutrientes. Você poderá concluir que nem sempre a ração mais famosa ou divulgada é a melhor para o seu cão.

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Concluímos, assim, que a ração de boa qualidade é a opção de escolha para alimentar o cachorro, mas será que ele não vai enjoar de comer sempre a mesma coisa? Diferentes dos humanos, os cães não precisam de um cardápio variado. Mudanças na dieta, como comentado anteriormente, podem causar diarreias. Para satisfazer a ansiedade dos donos, é possível alternar o sabor da ração, desde que seja da mesma marca.

As rações são apresentadas na forma seca, semiúmida e úmida. A forma seca é a mais comum e indicada, porque desse modo o cão é forçado a mastigar um alimento endurecido e esse atrito evitará a formação de tártaro nos dentes. O alimento semiúmido é uma ração seca um pouco menos dura e poucos fabricantes oferecem essa opção.

As rações em lata são bem moles e custam mais caro. São indicadas para animais que não conseguem mastigar por problemas dentários, idade e na convalescência de doenças ou cirurgias, pois são muito bem aceitas. Também podem ser misturadas às rações secas, quando o cão reluta em aceitar esse tipo de alimento.

Há cães que se recusam a ingerir ração, seja qual for o tipo. Essa situação é frequentemente causada pelo próprio dono, quando ele oferece petiscos, divide alimento com o cão ou fica com pena do animal por ele não ter comido a ração oferecida e dá outro alimento.

O cachorro rejeitará a ração porque sabe que sempre irá receber algo mais gostoso depois. É preciso insistir com a ração por alguns dias e apenas se o cão realmente não comer (lembre-se que cachorros aguentam vários dias sem se alimentar) é que a ração deve ser trocada por outra marca ou outro tipo de alimento.

Existem animais que são intolerantes à ração. Nesse caso, por melhor que seja a qualidade do alimento, ele causa alergia, queda de pelos ou diarreia. Essa é uma situação na qual a comida deve ser feita especialmente para o cachorro e as rações industrializadas deixadas de lado. Uma dieta caseira deve ser composta de carne, arroz e legumes, sem sal ou temperos. Será necessário um complemento vitamínico e cálcio para balancear essa receita. O melhor a fazer é orientar-se com o veterinário que atende o cão.

Existem rações especiais, chamadas de terapêuticas. Elas são indicadas para animais portadores de diversas doenças como diabetes e obesidade, aqueles com alterações cardíacas ou renais. São rações bem mais caras e vendidas apenas sob prescrição veterinária.

Diferente do que as pessoas pensam, as rações podem causar obesidade, se oferecidas à vontade. A quantidade diária desse alimento sempre é baseada no peso e na raça do cão. Toda embalagem de ração oferece uma tabela com a quantidade diária que deve ser oferecida. Ela deve ser dividida em duas porções, pela manhã e no final do dia.

Não se deve dar grandes quantidades de ração de uma só vez a cães de raças grandes ou gigantes, sob o risco de torção no estômago. Além de causar obesidade, se dada em excesso, a ração oferecida acima das quantidades diárias indicadas pode causar fezes moles e amareladas.

high_feeder_single_37cm_high_xx_2Todo alimento deve ser oferecido em comedouros à altura do peito do cão, principalmente, se ele for de uma raça grande, usando um suporte à venda em pet shops. Isso evita que os cães tenham que se abaixar para comer, prejudicando o desenvolvimento de cães jovens e forçando a coluna de cães idosos.

O suporte também mantém a água e a comida do cachorro longe do solo e do acesso de roedores. A ração sempre deve ser mantida em um lugar alto, pois ela pode atrair ratos. A embalagem precisa estar bem fechada, para não receber umidade, mofar ou murchar.

Há rações para filhotes, animais adultos, idosos e até rações light para aqueles que estão acima do peso. Procure dar a ração indicada para a faixa de idade de seu cão. Filhotes até 18 meses devem receber ração apropriada, rica em cálcio. Adultos acima de 7 anos comem ração sênior, para cachorros idosos.

A ração light deve ser dada apenas com indicação do veterinário, pois pode comprometer o desenvolvimento de um filhote ou prejudicar uma fêmea gestante.

Além do alimento, água deve ser oferecida à vontade para os cães, e trocada diariamente. As rações secas estimulam o cachorro a consumir líquidos. O mercado pet adora lançar itens curiosos como “refrigerante para cachorro” e “cerveja para cães”.

Esses são apenas bebidas isotônicas com sabores e atrativas para os animais. Como contém conservantes, seu uso deve ser muito esporádico, na verdade, apenas para satisfazer a curiosidade do dono em oferecer algo novo ao cão. Sabemos que a água é apenas o que o cachorro precisa em sua alimentação.

Todo alimento deve ser oferecido em comedouros à altura do peito do cão, principalmente, se ele for de uma raça grande, usando um suporte à venda em pet shops.

Fonte: http://www.afe.com.br/artigo/10032/qual-o-melhor-alimento-para-um-cao

Criança espirrando alérgica cão

Você é alérgico e não pode ter um cachorro ou gato? Engano seu! Veja dez raças indicadas para pessoas alérgicas.

Maltês é uma das raças indicadas para alérgicos Foto: Getty Images

Se você ama cães e gatos, mas começa a espirrar ou ter coceiras só de pensar em ter um pet em casa, talvez não tenha tentado a raça certa. De acordo com estudos, os únicos animais que não causam alergias são os que têm pele escamosa, como iguanas e serpentes, mas é possível conviver com um cachorro mesmo sendo alérgico. Se você gosta  de pets peludos, o site Health selecionou 15 raças que podem causar menos alergias que as demais. Confira algumas a seguir.

Bedlington Terrier
Se você pensou que só encontraria animais de pelo curto nessa lista, enganou-se. Isso porque, segundo especialistas, não é o pelo do cão que causa alergias, mas a saliva, a pele e outras proteínas. O Bedlington Terrieré uma boa raça para ter em casa, já que algumas substâncias alérgicas da saliva podem parar nos pelos antes de entrar em contato com a sua pele.

Bichon Frisé
Essa raça tem uma primeira camada de pelo sedoso e uma segunda com fios grossos e enrolados. No geral, os animais podem influenciar em alergias porque as partículas microscópicas pegam carona em poluentes como fumaça e cigarro. Por isso, reduzir a poluição pode fazer com que o seu pet pare de transportar substâncias alérgicas dentro da sua casa.

Cristado Chinês
Essa raça tem poucos pelos, o que pode diminuir, mas não eliminar partículas poluentes em sua casa. É também a raça conhecida por Sam, que ganhou como o cachorro mais feio do mundo.

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Devon Rex
Com orelhas grandes e pelos com aspecto de camurça, a Devon Rex não é uma raça necessariamente indicada para pessoas alérgicas. No entanto, esses pets causam menos alergia que outras raças de gatos. De acordo com a Cat Fanciers’ Association (CFA), os sintomas podem variar de acordo com alergias pessoais de um indivíduo.

Maltês
Esses cães têm estatura pequena e pelo longo e sedos., que deve ser escovado diariamente. “Um simples pano úmido com sabão pode remover os poluentes que causam alergia”, explica o imunologista Seltzer, da Clínica Fallon em Massachusetts.

Cães ideais para pessoas alérgicas
Bedlington Terrier: se você pensou que só encontraria animais de pelo curto nessa lista, enganou-se. Isso porque, segundo especialistas, não é o pelo do cão que causa alergias, mas a saliva, a pele e outras proteínas. O Bedlington Terrieré uma boa raça para ter em casa, já que algumas substâncias alérgicas da saliva podem parar nos pelos antes de entrar em contato com a sua pele
Foto: Getty Images

Poodles
Poodles podem ser grandes, médios ou pequenos. Se você for alérgico, escolha os pets menores. Segundo especialistas, não há evidências de que animais pequenos são menos alérgicos, mas provavelmente eles produzem menos substâncias que desencadeiam a alergia.

Schnauzers
Assim como poodles, schnauzers podem ter três tamanhos. Para os alérgicos, o ideal é escolher os animais menores, que perdem menos pelos.

Sphynx ou Pelado Canadense
Este gato tem pelos apenas no focinho, cauda e patas, o que o torna uma opção mais viável para os donos alérgicos. Ainda assim, eles continuam a produzir substância que desencadeiam a alergia, como proteínas da pele e da saliva. No geral, os gatos causam alergias mais potentes que os cães, mas são mais fáceis de tratar com medicamentos.

Sphinx é um gato ideal para pessoas alérgicas
Sphynx ou Pelado Canadense: este gato tem pelos apenas no focinho, cauda e patas, o que o torna uma opção mais viável para os donos alérgicos. Ainda assim, eles continuam a produzir substância que desencadeiam a alergia, como proteínas da pele e da saliva. No geral, os gatos causam alergias mais potentes que os cães, mas são mais fáceis de tratar com medicamentos
Foto: Getty Images

Cão D’água Português
Esta raça ficou famosa após um desses cães morarem com a família Obama. Como Malia Obama, filha do presidente dos EUA, é alérgica a alguns animais, este tipo de pet ganhou fama de provocar menos alergia que os demais.

Kerry Blue Terrier
Essa é uma raça originalmente criada como caçadora. Apesar de indicado para donos alérgicos, este tipo de cão pode não se relacionar bem com gatos e animais de pequeno porte na mesma casa.

 

Fonte:  saude.terra.com.br