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Criança espirrando alérgica cão

Você é alérgico e não pode ter um cachorro ou gato? Engano seu! Veja dez raças indicadas para pessoas alérgicas.

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Se você ama cães e gatos, mas começa a espirrar ou ter coceiras só de pensar em ter um pet em casa, talvez não tenha tentado a raça certa. De acordo com estudos, os únicos animais que não causam alergias são os que têm pele escamosa, como iguanas e serpentes, mas é possível conviver com um cachorro mesmo sendo alérgico. Se você gosta  de pets peludos, o site Health selecionou 15 raças que podem causar menos alergias que as demais. Confira algumas a seguir.

Bedlington Terrier
Se você pensou que só encontraria animais de pelo curto nessa lista, enganou-se. Isso porque, segundo especialistas, não é o pelo do cão que causa alergias, mas a saliva, a pele e outras proteínas. O Bedlington Terrieré uma boa raça para ter em casa, já que algumas substâncias alérgicas da saliva podem parar nos pelos antes de entrar em contato com a sua pele.

Bichon Frisé
Essa raça tem uma primeira camada de pelo sedoso e uma segunda com fios grossos e enrolados. No geral, os animais podem influenciar em alergias porque as partículas microscópicas pegam carona em poluentes como fumaça e cigarro. Por isso, reduzir a poluição pode fazer com que o seu pet pare de transportar substâncias alérgicas dentro da sua casa.

Cristado Chinês
Essa raça tem poucos pelos, o que pode diminuir, mas não eliminar partículas poluentes em sua casa. É também a raça conhecida por Sam, que ganhou como o cachorro mais feio do mundo.

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Devon Rex
Com orelhas grandes e pelos com aspecto de camurça, a Devon Rex não é uma raça necessariamente indicada para pessoas alérgicas. No entanto, esses pets causam menos alergia que outras raças de gatos. De acordo com a Cat Fanciers’ Association (CFA), os sintomas podem variar de acordo com alergias pessoais de um indivíduo.

Maltês
Esses cães têm estatura pequena e pelo longo e sedos., que deve ser escovado diariamente. “Um simples pano úmido com sabão pode remover os poluentes que causam alergia”, explica o imunologista Seltzer, da Clínica Fallon em Massachusetts.

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Bedlington Terrier: se você pensou que só encontraria animais de pelo curto nessa lista, enganou-se. Isso porque, segundo especialistas, não é o pelo do cão que causa alergias, mas a saliva, a pele e outras proteínas. O Bedlington Terrieré uma boa raça para ter em casa, já que algumas substâncias alérgicas da saliva podem parar nos pelos antes de entrar em contato com a sua pele
Foto: Getty Images

Poodles
Poodles podem ser grandes, médios ou pequenos. Se você for alérgico, escolha os pets menores. Segundo especialistas, não há evidências de que animais pequenos são menos alérgicos, mas provavelmente eles produzem menos substâncias que desencadeiam a alergia.

Schnauzers
Assim como poodles, schnauzers podem ter três tamanhos. Para os alérgicos, o ideal é escolher os animais menores, que perdem menos pelos.

Sphynx ou Pelado Canadense
Este gato tem pelos apenas no focinho, cauda e patas, o que o torna uma opção mais viável para os donos alérgicos. Ainda assim, eles continuam a produzir substância que desencadeiam a alergia, como proteínas da pele e da saliva. No geral, os gatos causam alergias mais potentes que os cães, mas são mais fáceis de tratar com medicamentos.

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Sphynx ou Pelado Canadense: este gato tem pelos apenas no focinho, cauda e patas, o que o torna uma opção mais viável para os donos alérgicos. Ainda assim, eles continuam a produzir substância que desencadeiam a alergia, como proteínas da pele e da saliva. No geral, os gatos causam alergias mais potentes que os cães, mas são mais fáceis de tratar com medicamentos
Foto: Getty Images

Cão D’água Português
Esta raça ficou famosa após um desses cães morarem com a família Obama. Como Malia Obama, filha do presidente dos EUA, é alérgica a alguns animais, este tipo de pet ganhou fama de provocar menos alergia que os demais.

Kerry Blue Terrier
Essa é uma raça originalmente criada como caçadora. Apesar de indicado para donos alérgicos, este tipo de cão pode não se relacionar bem com gatos e animais de pequeno porte na mesma casa.

 

Fonte:  saude.terra.com.br

contra a caudectomia

Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) proíbe o corte da cauda em cães para fins estéticos

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Campanha contra a caudectomia na Austrália. Foto: RSPCA

O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) determinou por meio da Resolução nº 1027, de 18 de junho de 2013, a proibição da prática de caudectomia – amputação ou corte da cauda de caninos para fins estéticos. O dispositivo modifica a Resolução nº 877, de 15 de fevereiro de 2008, que continha em seu texto apenas uma recomendação do CFMV para que a cirurgia não fosse feita.

Raças como Cocker Spaniel, Pinsher, Poodle, além de Pitbull, Rottweiller e Doberman são alvos comuns do procedimento que são corriqueiramente justificados como para “embelezar” o animal. De acordo com o Presidente do CFMV, Benedito Fortes de Arruda, o Conselho priva pelo bem-estar do animal.”Queremos coibir a caudectomia e conscientizar o Médico-Veterinário a não recomenda-la, já que amputar parte de um animal por motivo torpe é inadmissível”. Arruda acrescenta que toda a população pode procurar o Conselho Regional de Medicina Veterinária(CRMV) de seu Estado para denunciar a prática.

Desde 2008, o CFMV proíbe a cordectomia (cirurgia que retira as cordas vocais dos animais), a conchectomia (para levantar as orelhas) e a onicectomia ( extração das unhas de gatos).

O Médico- Veterinário que infringir as normas determinadas pelo CFMV estará sujeito a processo ético-profissional.

Assessoria de Comunicação do CFMV

Idade Senil no Cachorro varia conforme o indivíduo

Idade senil em animais varia conforme o indivíduo

Sempre existiu muita controvérsia e informações trocadas com relação à idade de cães em comparação com a dos homens. Há quem afirme que cada ano canino corresponde a sete humanos. Mas a verdade é que não existe uma regra fixa sobre isso. A idade canina depende de vários fatores, como raça e porte do animal. Por exemplo, um dog alemão, grande e vistoso, com nove anos de idade, pode viver menos que um poodle.

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Devido a essas variações, também não pode-se afirmar com exatidão quando um cão passa para a terceira idade. De acordo com o veterinário Breno Camacho, um animal chega à idade senil quando atinge 75% da expectativa de vida. “Ou seja, se um animal tem uma média de idade de 15 anos, sua senilidade se dá a partir dos 11 anos e dois meses.”
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A veterinária paulista Fabiana Grecco ressalta que quanto maior o cão, menor será sua longevidade — o que equivale dizer que um cachorro de grande porte vive menos do que um de pequeno porte.
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“Por exemplo, um maltês, um yorkshire, um poodle, eles vão ter uma vida mais longa. Então,  entram na terceira idade numa fase mais avançada. Aí, as raças grandes, como dog alemão, labrador, um boxer, já vão entrar na terceira idade numa idade mais curta”, afirma a veterinária.
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Assim como a fase idosa depende da raça, há doenças mais prevalentes em determinadas linhagens caninas. O médico veterinário é realmente a pessoa mais preparada para orientar os donos de animais sobre quais cuidados específicos devem ser tomados e garantir, dessa forma, mais qualidade de vida ao bichinho.
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Atenção redobrada

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Assim como todo ser vivo, o cão e o gato idosos merecem cuidados especiais que vão desde uma dieta específica, de acordo com o porte do animal e fase da vida, vacinas e vermifugação — que, ao contrário do que se pensa, deve continuar também nessa fase, de acordo com Breno Camacho. Outro ponto a ser ressaltado são os momentos de lazer; porém, respeitando o limite de exercício físico, “que diminui nessa fase da vida.”
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Há de se ter também um cuidado especial com a saúde bucal do cão de estimação. Fabiana Grecco alerta para o risco do acúmulo de placas bacterianas nos dentes caninos, pois elas se transformam em tártaro, criando um ambiente repleto de bactérias.
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O resultado desse acúmulo nocivo pode ser refletido em problemas cardíacos sérios, pois as placas de tártaro se deslocam e, ao serem ingeridas, ganham a corrente sanguínea, chegando ao coração. Os cães mais idosos tendem a ter mais dessas bactérias na dentição.
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“Hoje existem odonto veterinários que cuidam da saúde da boca dos cães. É importante fazer uma limpeza e procurar estar sempre em dia com esses cuidados”, recomenda Fabiana.
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Coroa enxuto

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Kojak, cachorro do fotógrafo Marcelo Barroso, pode ser considerado uma exceção. Aos 14 anos de idade, um basset hound “diferenciado”, nunca apresentou nenhuma doença séria e é considerado um “coroa enxuto” por seu dono, pois caminha e corre, late e uiva sem problemas.
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E qual o segredo para tanta disposição? Marcelo diz cuidar de seu cão com muito amor. Mas não  é só isso. Ele também sempre contou com o auxílio de ervas e até mesmo um toque místico.
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“Cuido dele só com plantas. Quando ele está comendo capim, é sinal que está com dor de barriga. Aí, dou mastruz com leite”, comenta o fotógrafo. “Ele come comida gordurosa, mas mesmo assim é raro adoecer.” Barroso percebe, porém, que o pelo de Kojak está ficando ralo e caindo.
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Quanto ao toque místico, Marcelo conta ter descoberto uma benzedeira de cachorros na Cidade da Esperança. Isso nos tempos de seu antigo cão, “Cheira-cola”. Quando ele adoeceu, o fotógrafo ficou sabendo dessa mulher curandeira de animais. Apesar de inicialmente ter negado ajuda, ela acabou cedendo. “Ela fez umas rezas com a vassoura pela manhã. À tarde ele já estava bom. Ela curou o meu cachorro.”
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Consulta regular é sempre a melhor prevenção

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Quais as principais doenças no cão/gato velhos?
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Assim como seres humanos os cães e gatos idosos tem maior predisposição a doenças infecciosas (pela diminuição da atividade do seu sistema imunológico). Daí, mais uma vez, a importância das vacinas e medidas preventivas de controle parasitário e de ectoparasitas como pulgas e carrapatos. Mas as doenças mais comuns nessa fase da vida são doenças cardiovasculares, renais e alguns tipos de tumores.
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A chamada terceira idade do animal depende da raça?
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A terceira idade como dito anteriormente dá-se a partir dos 75% da expectativa de vida do paciente. Partindo desse princípio temos que os animais de grande porte tendem a viver menos que os de pequeno porte da mesma espécie. Por exemplo um Rottweiler tem espectativa de vida menor que um Poodle ou Yorkshire, por exemplo.
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Quantas vezes um cão/gato nessa fase devem ir ao consultório veterinário?
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A consulta regular ao médico veterinário em qualquer fase da vida é sempre a melhor maneira de prevenir e tratar doenças sobretudo quando o paciente é um filhote ou idoso. Hoje em dia já existem geriatras veterinários, atendendo uma parcela dos nossos pacientes que tende a crescer cada vez mais. Principalmente devido medidas preventivas, como: alimentação balanceada, atividade física regular, higiene e carinho com este que hoje é considerado não mais um animal e sim um membro da família. Sendo assim os animais idosos devem passar por consultas regulares semestralmente, salvo em casos especiais (como pacientes com doenças renais ou cardíacas) onde o atendimento poderá ser antecipado pelo médico veterinário.
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