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Como a evolução transformou os gatos em animais solitários ethos animal helena truksa comportamento animal felino

Como a evolução transformou os gatos em animais solitários

Quão difícil pode ser domar um gato? Pergunte a Daniel Mills, professor de Veterinária comportamental na Universidade de Lincoln (Reino Unido). Em um estudo recente, Mills e sua colega Alice Potter comprovaram de modo científico o que já se sabia na prática: gatos são mais autônomos e solitários do que os cachorros.

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Para os gatos, os benefícios da vida em grupo não compensam ter que dividir comida

Foto: Pixabay / BBCBrasil.com

Apesar de envolver a já famosa reputação dos gatos, executar essa pesquisa foi mais difícil do que poderia parecer.

“Eles são complicados se você quer que façam algo de uma certa maneira”, diz Mills. “Eles tendem a fazer o que querem.”

Donos de gatos do mundo inteiro irão concordar. Mas por que exatamente os gatos são tão relutantes em cooperar, seja entre si ou com humanos? Ou, perguntando de outra forma, por que tantos outros animais – domésticos ou selvagens – têm espírito de equipe?

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A vida em grupo é comum na natureza. Pássaros formam bandos e peixes, cardumes. Predadores frequentemente caçam juntos. Até mesmo o leão, parente do gato doméstico, vive em grupo.

Para as espécies que são caçadas por outras, obviamente há uma estratégia de maior segurança em um bando. “Chama-se efeito de diluição”, diz o biólogo Craig Packer, da Universidade de Minnesota (EUA).

“Um predador só consegue matar um, e se há cem da mesma espécie isso reduz as chances de cada um deles ser pego para 1%. Mas se você estiver sozinho você será escolhido 100% das vezes.”

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Zebras atravessam rio em grupo na África

Foto: Alamy / BBCBrasil.com

Animais em bando também se beneficiam do efeito “muitos olhos atentos”: quanto maior o grupo, é mais provável que alguém perceba um predador se aproximando. “E quanto mais cedo você detectar o predador, mais tempo tem para iniciar a fuga”, diz Jens Krause, da Universidade de Humboldt em Berlim, Alemanha.

Essa vigilância coletiva traz outras vantagens. Cada um pode gastar mais tempo e energia procurando por comida. E não se trata apenas de evitar predadores. Animais que socializam em grupos não precisam perambular em busca de companheiros, o que é um problema para espécies solitárias que vivem em territórios amplos.

Uma vez que se reproduzem, muitos animais que vivem em grupo adotam a máxima “é necessária uma aldeia inteira para criar uma criança”, com os adultos trabalhando em equipe para proteger ou alimentar os mais novos.

Em várias espécies de pássaros, como a zaragateiro-árabe de Israel, os pequenos permanecem em grupos de familiares até que eles estejam prontos para procriar. Eles dançam em grupo, tomam banho juntos e até trocam presentes entre si.

Princípio ‘Volta da França’

Viver em grupo também poupa energia. Os pássaros que migram juntos ou os peixes que vivem em cardumes se movimentam com mais eficiência do que os mais solitários.

É o mesmo princípio que os ciclistas da Volta da França utilizam quando formam um pelotão. “Os que estão mais atrás não precisam investir tanta energia para atingir a mesma velocidade de locomoção”, diz Krause.

Como pinguins e morcegos podem atestar, a vida pode ser mais calorosa quando se vive cercado de amigos.

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Os pinguins-imperadores (Aptenodytes forsteri) se agrupam para suportar o frio

Foto: Alamy / BBCBrasil.com

Com tantos benefícios, pode parecer surpreendente que qualquer animal rejeite seus companheiros. Mas, como os gatos domésticos demonstram, a vida em grupo não é para todos. Para alguns animais, os benefícios da coletividade não compensam ter que dividir comida.

“Chega a um ponto em que se alimentar com outros indivíduos com grande proximidade reduz a sua quantidade de alimento”, diz John Fryxell, biólogo da Universidade de Guelph, no Canadá.

Um fator-chave para essa decisão é ter alimentação suficiente, o que depende de quanta comida cada animal precisa. E os gatos têm um gosto caro. Por exemplo, um leopardo come cerca de 23 kg de carne em poucos dias. Para gatos selvagens, a competição por alimentos é cruel, e por isso leopardos vivem e caçam sozinhos.

Há uma exceção à regra de felinos solitários: leões. Para eles, é uma questão territorial, diz Packer, que passou 50 anos de sua vida estudando os leões africanos. Alguns locais da savana têm emboscadas perfeitas para a caça, então controlar esse lugar resulta em uma vantagem significativa em termos de sobrevivência.

“Isso impõe sociabilidade porque você precisa de equipes para dominar seu bairro local e excluir outros times. Assim, o maior time vence”, diz Packer.

O que torna essa vida em grupo possível é que a presa de um único leão – um gnu ou uma zebra – é grande o bastante para alimentar várias fêmeas de uma vez só. “O tamanho da caça permite que eles vivam em grupos mas é a geografia o que realmente os leva a viver em grupos”, diz Packer.

Não é a mesma situação dos gatos domésticos, já que eles caçam animais pequenos. “Eles vão comê-lo inteiro”, diz Packer. “Não há comida o suficiente para dividir.”

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Gatos comem um rato inteiro por vez, sem possibilidade de dividir

Foto: Life on white/Alamy / BBCBrasil.com

Domesticação

Essa lógica econômica está tão integrada ao comportamento dos gatos que parece improvável que até mesmo a domesticação tenha alterado essa preferência fundamental por solidão.

Isso é duplamente verdade quando você leva em consideração o fato de que os humanos não domesticaram os gatos. Em vez disso, em seu próprio estilo, os gatos domesticaram a si mesmos.

Todos os gatos domésticos são descendentes dos gatos selvagens do Oriente Médio ( Felis silvestris ), o “gato-do-mato”. Os humanos não coagiram esses gatos a deixar as florestas: eles mesmos se convidaram a entrar nos alojamentos de humanos, onde havia uma quantidade ilimitada de ratos ao seu dispor.

A invasão a essa festa de ratos foi o início de uma relação simbiótica. Os gatos adoraram a abundância de ratos nos alojamentos e depósitos e os humanos gostaram do controle grátis da infestação de ratos.

Os gatos domésticos não são completamente antissociais. Mas sua sociabilidade – em relação a outro humano ou entre eles – é determinada inteiramente por eles, em seus próprios termos.

“Eles mantêm um nível alto de independência e se aproximam de nós apenas quando querem”, diz Dennis Turner, especialista em comportamento animal no Instituto de Etologia Aplicada e Psicologia Animal em Horgen, Suíça.

“Os gatos desenvolveram muitos mecanismos para se manter à parte, o que não os conduz para a vida em bando”, diz Mills. Os gatos marcam seu território para evitar encontros constrangedores entre si. Se eles acidentalmente se toparem, os pêlos são levantados e as garras saltam para fora.

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Gatos domésticos têm uma tendência a brigar

Foto: blickwinkel/Alamy / BBCBrasil.com

Em determinadas circunstâncias pode parecer que os gatos domésticos adotaram a vida coletiva, como quando um grupo vive junto em um galpão. Mas não se engane. “Eles têm laços muito frouxos e não têm uma identidade real como grupo”, diz Fryxell. “Eles só gostam de ter um lugar comum para deixar seus filhotes.”

Aliás, mesmo diante de um grande perigo, quando eles se unem para se defender, é pouco provável que os gatos colaborem entre si. “Não é que algo que eles tipicamente façam quando se sentem ameaçados”, diz Monique Udell, bióloga da Universidade de Oregon (EUA).

Os gatos simplesmente não acreditam na força de um grupo. Tudo isso ajuda a explicar por que os gatos têm a reputação de dominação impossível. Ainda assim, há evidências de que o desprezo dos gatos pela vida em grupo possa ser uma fraqueza.

Caixa-preta da mente felina

Um estudo publicado em 2014 no periódico científico Journal of Comparative Psychology investigou os traços de personalidade dos gatos domésticos. A conclusão foi que manter-se solitário e desinteressado torna os gatos neuróticos, impulsivos e resistentes a ordens.

Curiosamente, no entanto, os gatos domésticos parecem capazes de cooperar um pouco mais que seus parentes selvagens. Quando os pesquisadores compararam o gato doméstico a quatro selvagens – o gato selvagem escocês, o leopardo-nebuloso, o leopardo-da-neve e os leões africanos -, os gatos domésticos foram os que mais se aproximaram dos leões em termos de personalidade.

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Leoas vivem em grupo, diferentemente de outras espécie de felinos

Foto: Africa Photobank/Alamy / BBCBrasil.com

É preciso dizer que os gatos domésticos trilharam um longo caminho a partir de seus ancestrais até aqui em termos de tolerar a companhia um do outro. Mesmo que gatos morando em galpões formem laços frouxos, eles ainda demonstram um nível impressionante de aceitação da presença do outro nesses espaços confinados.

Em Roma, cerca de 200 gatos vivem lado a lado no Coliseu, enquanto na ilha de Aoshima, no Japão, o número de gatos supera o de pessoas em uma proporção de seis para um. Essas colônias podem não ter tanta cooperação, mas estão bem avançadas em relação ao passado solitário dos gatos domésticos.

Enquanto isso, pode ser mais fácil para pesquisadores encontrar os gatos “no meio do caminho” ao realizar seus experimentos, fazendo certas concessões.

Quando Udell fez suas primeiras experiências com gatos, enfrentou uma série de dificuldades ao tentar motivar suas cobaias a participar de certa atividade. Ela já havia trabalhado com cachorros, que estariam dispostos a fazer qualquer coisa em troca de um petisco.

Os gatos, contudo, eram mais exigentes. Com o passar do tempo, Udell percebeu que teria mais sucesso se desse aos gatos a opção de escolher sua recompensa.

“Acho que parte do desafio é o quanto sabemos sobre os gatos”, diz. Se os cientistas começarem a entrar na caixa-preta que é a mente felina, a domesticação à força pode ser substituída por uma coerção mais astuta.

“Muito do comportamento animal – incluindo uma afinidade ou resistência à domesticação – é profundamente ligado ao circuito neural. Portanto, parece pouco possível deixar para trás anos de seleção natural”, diz Fryxell.

“Mas quem sabe? Obviamente, leões conseguiram essa proeza, então deve ser possível que mutações ocorram”, diz ele. “E se eles conseguiram fazer isso, talvez domesticar gatos não seja uma ideia tão maluca, afinal de contas.”

 BBC Brasil.com

Senso de justiça nos animais: Macacos e cães julgam os humanos pelo modo como tratam os outros

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Os cães evoluíram para serem extremamente sensíveis ao nosso comportamento.
SolStock/Getty

 Seja gentil – ou seu cão poderá julgá-lo! Animais de estimação e macacos demonstram preferência por pessoas que ajudam os outros, e isto pode explicar as origens de nosso senso de moralidade.

Estudos envolvendo bebês demonstraram previamente que com 1 ano de idade, os humanos já estão prontos para julgarem as pessoas pelo modo como elas interagem. Isto levou a sugestões de que crianças têm um tipo de moralidade inata que antecede o fato de serem ensinadas a como se comportar.

O Psicólogo comparativo, James Anderson, na Universidade de Kyoto e seus colegas imaginaram se outras espécies fariam avaliações deste tipo de forma similar.

Eles começaram por testar se macacos prego poderiam demonstrar preferência por pessoas que ajudam os outros. Os macacos viam um ator ter muita dificuldade para abrir um pote com um brinquedo dentro.

Então este ator apresentava o pote para um segundo ator, que poderia tanto ajudar ou recusar-se a ajudar a abrir.

Na sequência, ambos os atores ofereciam comida ao macaco, e o macaco escolhia qual oferta aceitar.

Quando o companheiro foi solícito, e ajudou, o macaco não demonstrou preferência entre aceitar a recompensa de quem estava lutando para abrir o pote ou do ajudante. Mas quando o companheiro se recusou a ajudar, o macaco preferiu na maioria das vezes aceitar a comida de quem estava com dificuldades, lutando para abrir o pote.

Jogando bola

O time também investigou as atitudes dos macacos prego frente à justiça. Neste teste, dois atores começavam com 3 bolas cada. O ator A requisitava bolas do ator B, que lhe entregava 3 bolas.

Então o ator B requisitava bolas do ator A, e o A poderia devolver as 3 bolas ou nenhuma bola. Por último, ambos atores ofereciam ao macaco uma recompensa assim como anteriormente.

Os macacos não tiveram preferência quando o ator A devolvia as 3 bolas, mas escolhiam o ator B mais frequentemente quando o A não devolvia as bolas.

Finalmente, os pesquisadores testaram se os cães preferiam pessoas que ajudavam seu tutor. Cada tutor tentava abrir um pote e então o apresentava a um dos dois atores.

Este ator poderia ajudar ou recusar-se a ajudar, enquanto o outros ator permanecia neutro, passivo. Então os dois atores ofereciam ao cão uma recompensa e ele escolhia entre eles.

Os cães não demonstraram preferência quando o primeiro ator ajudava seu tutor, mas escolhiam com maior frequência o ator passivo se o primeiro ator se recusasse a ajudar.

Resposta Emocional

Anderson pensa que os resultados demonstram que os macacos e os cães fazem avaliações sociais de uma forma similar ao modo que os bebês humanos. “Se alguém está se comportando antissocialmente, eles provavelmente terminarão com algum tipo de reação emocional a ele.”, diz Anderson.

Macacos na natureza são mais propensos a utilizar processos similares para decidir com quais membros de seu grupo eles podem cooperar, diz o primatologista Frans de Waal, da Unversidade de Emory na Georgia, EUA, que já escreveu sobre as origens da moralidade.

“A probabilidade é que se estes animais podem detectar tendências cooperativas em atores humanos, eles podem também fazê-lo com seus colegas primatas”, diz ele.

A longa relação dos cães com os humanos significa que eles evoluíram para serem extremamente sensíveis ao nosso comportamento – não apenas ao dos próprios cães, mas também ao de outros humanos.

E nosso próprio senso de moralidade pode até mesmo ter suas raízes neste tipo de avaliações primitivas dos outros.

“Eu acho que nos humanos, pode haver esta sensibilidade básica ao comportamento antissocial nos outros. Então, através do crescimento, ganho de cultura e aprendizagem, se desenvolve em um senso de moralidade pleno”, diz Anderson.

A capacidade de fazer avaliações dos outros poderia ajudar a estabilizar sistemas sociais complexos, capacitando indivíduos a excluírem parceiros sociais ruins, diz Kiley Hamlin da Universidade da Columbia Britânica no Canada. ” Esta exclusão não apenas significa que os indivíduos que fazem avaliações sociais podem eles mesmos evitar interações sociais prejudiciais, mas também pode servir para desencorajar indivíduos de se comportarem mal em primeiro lugar, pois presume-se que eles não querem ser excluídos do sistema social.”, diz ela.

De Waal ve uma forte ligação entre moralidade e reputação: ” A moralidade humana é muito mais baseada na construção de reputação, pois por quê você tentaria ser bom se ninguém se importa? Eu não acho que você possa concluir que isto torna os macacos seres morais, mas “pontuação de imagem”, assim como a construção de reputação é muitas vezes chamada, promove um importante mecanismo chave.”

Tradução livre por Helena Truksa

Bióloga Especialista em Comportamento Animal

 

Journal reference: Neuroscience & Biobehavioral Reviews, DOI: 10.1016/j.neubiorev.2017.01.003 | Versão orignal em inglês: https://goo.gl/u29ehT

 

As Preferências Musicais dos Cães Domésticos

As Preferências Musicais dos Cães Domésticos reveladas pela Sony e especialistas em comportamento animal

Para celebrar o lançamento do bombástico sistema de áudio em casa de alta potência GTK-XB7 a Sony juntou-se à especialista em inteligência animal, a Dra. Dr Anna Wilkinson, para levar a cabo um estudo sobre as preferências musicais dos cães.

O estudo intitulado “As Preferências Musicais dos Cães Domésticos” da Sony revelou que um ritmo e uma batida mais acelerados têm maiores probabilidades de deixar os cães de cauda a abanar do que relaxantes concertos de música clássica, com 62% dos cães a preferir os êxitos discográficos a sinfonias clássicas.

A reprodução de um vídeo complementar permitiu visualizar o som através das reações dos animais ao estrondoso êxito de música de dança eletrónica “Animals”, da autoria de Martin Garrix, no qual alguns amigos peludos aparecem a “festejar” junto ao sistema de áudio “one box” de alta potência, GTK-XB7, que combina a tecnologia EXTRA BASS™ exclusiva da Sony com as luzes vibrantes da coluna.

A Sony, em parceria com a especialista em cognição animal, a Dra. Anna Wilkinson, avaliou as preferências musicais dos cães domésticos e apurou que preferem os mais recentes sucessos musicais do que música clássica

O vídeo intitulado “Party Animals” mostra desde o nariz de um coelho a enrugar-se ao ritmo dos baixos, cachorrinhos de pelo longo a divertirem-se ao ritmo da música e até gatos em saltos sincronizados na pista de dança.

O sistema de áudio “one box” de alta potência oferece aos apaixonados pela música um som de fazer estremecer a alma, bem como os graves mais potentes para as melhores festas em casa.

Para marcar o lançamento do sistema de áudio “one box” de alta potência GTK-XB7 ideal para festas, a Sony desenvolveu o estudo “As Preferências Musicais dos Cães Domésticos” – um estudo científico que investiga as preferências musicais dos cães domésticos e que revelou que estes preferem os êxitos musicais mais ritmados a concertos de música clássica.

Para acompanhar o estudo, a Sony desenvolveu também um vídeo e uma experiência sonora com curadoria da inovadora empresa de produção Unit 9. No vídeo “Party Animals”, o som é visualizado através das reações dos animais, com a ajuda do novo sistema de áudio “one-box” de alta potência GTK-XB7 ao ritmo do inovador êxito de música eletrónica “Animals”.

Capaz de por todos a mexer, o bombástico GTK-XB7 integra a tecnologia EXTRA BASS exclusiva da Sony, que utiliza a tecnologia DSP para garantir que a música soa e parece ainda mais potente, com notas graves profundas e incisivas que caraterizam a música eletrónica de dança da atualidade. Além disso, o GTK-XB7 dispõe de iluminação multicolor de 3 vias – luzes de linha, flashes intermitentes e luzes das colunas – em sincronização com a música, transportando a sensação de festival para qualquer festa.

O estudo – os cães preferem Beyoncé a Beethoven

Sabendo que as pessoas desfrutam mais da música junto dos seus entes queridos, a Sony resolveu descobrir que tipo de música o melhor amigo do Homem prefere ouvir – relaxantes concertos de música clássica ou êxitos de música de dança mais ritmados.

Em parceria com a especialista em cognição animal, a Dra. Anna Wilkinson, membro da Associação para o Estudo do Comportamento animal (ASAB – Association for the Study of Animal Behaviour), e a estudante de doutoramento Natalia Albuquerque, a Sony desenvolveu o estudo “As Preferências Musicais dos Cães Domésticos”. A ASAB é uma sociedade europeia que se dedica ao estudo do comportamento dos animais.

O estudo indicou existir uma forte preferência pelas músicas mais populares em detrimento da música clássica mais conhecida, com 62% dos cães a escolherem ouvir espontaneamente música moderna, comparativamente com apenas 38% dos cães a preferirem música clássica.

Quando confrontados com 10 opções de escolha entre os dois géneros musicais na tabela de preferências, os cães preferiram significativamente as músicas mais modernas, com um número mais elevado de cães a passar mais tempo junto da coluna que reproduzia música moderna mais ritmada do que junto da coluna que reproduzia música clássica, sugerindo a sua preferências pelas músicas de ritmo mais acelerado e com mais batidas.

Foram utilizados dois sistemas de áudio GTK-XB7 da Sony durante a experiência para reproduzir música moderna e música clássica para os cães, tendo as suas reações sido documentadas e comparadas.

A música foi reproduzida a partir de ambas as colunas, uma faixa em cada coluna; as músicas foram apresentadas aos pares e a colocação da coluna, bem como a ordem das combinações musicais foram aleatórias de forma a garantir resultados imparciais. Os estímulos incluíram cinco famosas músicas clássicas de compositores como Mozart e Pachelbel, bem como cinco músicas de artistas populares, desde Elvis Presley e Martin Garrix até Justin Bieber e Beyoncé.

Analisando os resultados, a Dra. Anna Wilkinson declarou: “Este estudo demonstra que existem diferenças interessantes nas preferências entre a música popular e a música clássica. Quando confrontados com uma seleção de 10 músicas de ambos os géneros musicais, os cães elegeram constantemente o sistema de áudio GTK-XB7 da Sony que reproduzia música popular em detrimento do sistema que reproduzia música clássica.”

O vídeo – “Party Animals”

Em 2015, a ciência da Cimática foi colocada à prova e, este ano, a Sony leva as experiências sonoras científicas para o próximo nível, juntando o sistema de áudio “one box” de alta potência GTK-XB7 a animais domésticos para avaliar as suas reações à música.

Para dar vida ao GTK-XB7 e a este estudo, a Sony colaborou com a Unit 9, bem como com especialistas em comportamento animal e um veterinário no local para criar um vídeo representativo das dimensões e do âmbito de uma festa com o GTK-XB7 através do contraste com uma série de animais domésticos.

O vídeo retrata gatos, cães e coelhos em espetaculares imagens de 1000 fps (frames por segundo) em câmara super lenta à medida que estes reagem à música reproduzida, destacando cada funcionalidade do produto através de uma série de “cenários”.

Os jatos de ar recriam a impressionante pressão do som do sistema GTK-XB7, enquanto a iluminação do ambiente combina com os LED e flashes multicolores da coluna. Um dos destaques deste vídeo é a ênfase dado à tecnologia EXTRA BASS™ através de um gato persa que repousa tranquilamente sobre a coluna à medida que esta vibra ao ritmo da música num subwoofer exposto.

O potencial festivo da coluna é ainda destacado numa cena em que animais secos e molhados, incluindo cães da raça Basset Hound, Puli, Chow-Chow, gatos persas e coelhos dançam e sacodem-se ao ritmo da música.

Alberto Ayala, Diretor de Vídeo e Som na Sony Europe, afirmou sobre o vídeo: “O XB7 tem tudo a ver com diversão; a portabilidade, a pressão do som, a iluminação e a tecnologia EXTRA BASS™ significam que é possível desfrutar de uma festa de classe superior onde desejarmos. Para marcar o lançamento das novas colunas de elevada potência queríamos elevar a diversão para novos patamares – e poderá haver algo melhor do que convidar os nossos amigos de quatro patas para participar das festividades?!”

Making of:

fonte: https://www.telemoveis.com