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Categoria: Curiosidades e Notícias

Veja dicas e raças ideais para ter cachorro em apartamento

As mais diversas cidades do País continuam crescendo em um ritmo frenético e, cada vez mais, os prédios se tornam um local de vida apropriado para quem busca segurança e conforto. Mas, por contarem com espaços bem menores que os disponíveis em casas (na maioria das vezes), os apartamentos acabam impondo algumas condições especiais para quem ama os animais e deseja ter um bichinho de estimação em seu lar.

Isso não quer dizer, no entanto, que não seja possível ter um pet bem cuidado e com saúde dentro desse tipo de ambiente. Muitas raças de pequeno porte conseguem se adaptar e viver bem em espaços pequenos, contanto que algumas regras específicas sejam levadas em conta.

Em primeiro lugar, antes de levar um pet para casa, é preciso ter a certeza de que terá tempo e recursos suficientes para cuidar bem e dar a atenção necessária para o bicho, certificando-se de que haverá tempo para passear, dar carinho, atenção e todo tipo de cuidado que um cão necessita – e isso vale tanto para as pessoas que moram em prédios como para as que vivem em casas.

Feito isso, é hora de pensar na raça mais adequada para viver em espaços menores – levando em conta o nível de energia e atenção que o animal precisa. Nomes queridos e populares como Shih-Tzu, Maltês, Spitz Alemão, Poodle, Schnauzer, Pug, Chihuahua, Yorkshire, West Highland White Terrier, Pinscher e Lhasa Apso podem ser boas opções para se ter em apartamentos.

Entretanto, os donos dos pets devem sempre reservar algum tempo para passear com o animal, mantendo sua saúde por meio do gasto de energia, e buscar informações sobre a raça escolhida, descobrindo a que tipo de particularidades ficar atento. Isso porque muitas destas raças podem se tornar depressivas por passar longos períodos sozinhas e, nestes casos, é preciso tomar medidas para contornar a situação.

Além disso, é necessário analisar o tipo de temperamento da raça escolhida, já que muitas delas podem ser bastante protetoras e territoriais e, nestes casos, os latidos provavelmente serão constantes. Portanto, é preciso ter em mente que, além dos custos básicos com visitas ao veterinário, cuidados com higiene e alimentação, o cãozinho também pode exigir gastos com adestradores – já que os latidos podem incomodar os vizinhos – e todo esse conjunto de fatores deve ser levado em consideração.

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Fonte: Terra

Chateada por ter sido deixada dentro do carro, cadela aperta a buzina por 15 minutos

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Fern posando para a câmera com seu tutor Graham Haddow. Foto: SWNS

 

Os donos saíram rapidamente para visitar uma galeria de arte

O casal britânico Graham e Fiona Haddow resolveu fazer uma parada rápida em uma galeria de arte, e deixou sua cadela Fern, da raça Boxer, dentro do carro.

Passados 20 minutos quando retornaram ao carro, eles pensaram que uma tragédia havia acontecido por encontrarem uma pequena multidão cercando o veículo. Ao se aproximar, viram que todas as pessoas estavam na verdade rindo e filmando o momento.

Infeliz por ter sido deixada no carro, Fern passou para o banco do motorista, sentou com muito estilo, e buzinou. Um jovem presente contou a Graham Haddow que Fern já estava buzinando há 15 minutos, sem parar.

Fiona Haddow disse “É como se ela estivesse dizendo: “Onde vocês estiveram? Eu estou esperando”. Ela é uma diva, só que um pouco de atenção.”

Assista o vídeo de Fern buzinando:

Lembrete: Sugerimos que nunca deixem seus cães sozinhos no carro.

 

 

 

 

Fonte: http://metro.co.uk/2014/03/11/boxer-dog-behind-the-wheel-is-absolute-hoot-4533604/?ITO=Facebook

Pensamento canino é traduzido por aparelho desenvolvido por cientistas

Finalmente o pensamento canino será traduzido em linguagem facilmente compreensível aos humanos? Estamos diante de um filme de ficção científica ou será a realidade da tecnologia e da ciência do século 21?

O que se sabe é que os protótipos estão sendo desenvolvidos e parece haver uma grande possibilidade de se tornar acessível aos donos de cães por todo o mundo.

Muitos sonham com o dia em que os animais vão poder falar com seus donos. Se depender de um grupo de cientistas escandinavos, essa fantasia pode se tornar realidade. A equipe está desenvolvendo um fone de ouvido capaz de traduzir o pensamento canino para a fala humana.

A Sociedade Nórdica para Invenção e Descobrimento está aperfeiçoando um modelo do No More Woof (algo como ‘adeus latido’, em tradução livre). O dispositivo será capaz de escanear padrões cerebrais caninos e traduzir seus pensamentos para a fala humana usando frases curtas por meio de um alto-falante.

Frases como “estou com fome”, “estou entediado” ou “estou curioso para saber quem está na porta” serão programadas com antecedência para o aparelho e então transmitidas pelo alto-falante .

pensamento-de-cães-traduzido-por-aparelho-1O dispositivo usará uma combinação de sensoriamento por eletroencefalografia, microinformática e um software especial que fará a conexão entre o cérebro e o aparelho.

O No More Woof pretende iniciar uma nova era da comunicação entre humanos e cães ou até animais em geral. O software também deve ter diferentes vozes para que o dono possa selecionar a que mais combina com seu pet.

filme-up-altas-aventuras-300x142O dispositivo é semelhante à coleira usada pelo cachorro Dug no filme Up! Altas Aventuras, de 2009. Na animação, o cãozinho também era capaz de se comunicar com os humanos. O fone de ouvido vai usar sensores para detectar sinais elétricos no cérebro dos cães e, em seguida, analisá-los para determinar se representam sonolência, fome, raiva ou tédio.

Muitas pesquisas ainda serão feitas antes de vermos o No More Woof no mercado. Entretanto, já existem versões disponíveis para pré-venda no site IndieGogo.

Por enquanto, o preço para saber o que se passa pela cabeça do seu cão varia entre R$ 700 e R$ 2.815. Muitos sonham com o dia em que os animais vão poder falar com seus donos. Se depender de um grupo de cientistas escandinavos, essa fantasia pode se tornar realidade. A equipe está desenvolvendo um fone de ouvido capaz de traduzir pensamentos caninos para a fala humana.

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